Francisco José Dias Louzeiro, disse:
Camaradas de tempos idos. Só hoje descobri a existência desta juventude ainda viva e com boa disposição. Gostaria de ter o vosso contacto para poder partilhar algo que tenho no meu baú. Francisco José Dias Louzeiro. Soldado de TRMS Transmissões.Passei convosco 9 meses, depois fui para os cavalos:
Aqui deixo meu mail para receber algo de feedback.
chicolouzeiro@gmail.com
Unicamente para me integrar. Estive em Mecula
entre Abril de 72 e Janeiro de 73, na CCS do BART 3887 e era de transmissões,soldado neste .mês fui para o 1º esquadrão de cavalaria de Vila Pery, só voltei a ter contacto com os irmãos no dia de regresso em 1974. Dai para cá nunca mais falei com ninguém, sempre e através deste meio sempre tentei sem resultados. Hoje senti alegria quando soube que isto havia sido feito por alguém. Grato por me deixarem ter conhecimento da vossa existência
Cheguei 3 anos depois e adoraria encontrar estes moços. Lembro poucos nomes. Um Almeida que era de Barcelos, Um Bravo tambem de Barcelos, um de Silves, Do Tenete Arrochela, Capitão Cachulo, Capitão Carmo Mas os rostos não esqueci.João da cantina.
Nota: O nosso camarada indenficou-se e deixou o endereço de mail, assim pode ser contactado.
A nossa missão está concluída.
Se outros camaradas de Mecula que pretenderem usar o nosso blogue afixando o seu endereço de mail podem enviar pedido a serramecula@gmail.com. Tentaremos fazer uma página dedicada a postar os endereços de mail para contactos futuros com outros camaradas.
O gestor de blogue
Ernesto Penedones Fernandes
domingo, 7 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 27 de abril de 2015
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
REVIVER uma estória de praxe de checas!
A estória da marreta de chumbo, agora recontada por outro camarada.
Olá
Li nalgum lado a história de uma marreta de chumbo em Mecula.
Pois bem, fui eu ex. furriel Almeida (CCS-Bart 3887) quem numa conferência de material e na montagem de uma tenda de campanha, quando enterrava as cavilhas,fiquei com as mesmas enterradas pela marreta dentro. Fiz o mesmo, enchi o buraco, pintei com o verde militar e guardei novamente. Extraordinário, passados 41 anos recordo com nitidez a "marosca" Grande abraço.
ansial@sapo.pt
Pois bem, fui eu ex. furriel Almeida (CCS-Bart 3887) quem numa conferência de material e na montagem de uma tenda de campanha, quando enterrava as cavilhas,fiquei com as mesmas enterradas pela marreta dentro. Fiz o mesmo, enchi o buraco, pintei com o verde militar e guardei novamente. Extraordinário, passados 41 anos recordo com nitidez a "marosca" Grande abraço.
ansial@sapo.pt
Eram assim as "praxes" da guerra colonial, afinal esta marreta fabricada pelos camaradas do 2880, que receberam os sapadores do BCaç 2914, foi passada à CCS do Bart 3887 que por sua vez a passaram aos últimos militares que fecharam as portas da guerra!
Quem teria "herdado" a marreta?
Será que ainda vai aparecer nalgum museu africano? Aguardemos!
domingo, 9 de novembro de 2014
No Correio dos Leitores
SERRA DE MECULA (61/62)
Caro Gestor do Blog serramecula@gmail.com
Os meus melhores cumprimentos.
E muito grato pelas excelentes postagens.
Tenho estado a recordar tempos idos sobre Mecula, tb por via do seu Blog
Efectivamente, em 1961, fiz parte da CCac destacada de Nampula p/Marrupa (transportando os primeiros materiais de aquart.) e daí para Mecula, cuja localização era na encosta da Serra e não na actual.
Localizei duas fotografias por mim tiradas: a da transposição do Rio Lugenda, numa casquinha com um bidão e a no Alto da Serra, na simplicidade de uma singela manifestação honorífica, junto à sepultura do Ten Viriato Correia de Lacerda, ali sepultado em 1917, um pequenina cerimónia em que se encontrava o Alf.Francisco Vaz Lourenço, eu (3º em termos de antiguidade), o Sr.Salvador (um civil morador na localidade, nas proximidades do Aquartelamento então por nós ali iniciado), um pisteiro autóctone de nome Cepo que já tinha servido de carregador e de guia aos portugueses nessa efeméride de 1917/18 e mais alguns dos n/militares autóctones.
Serei conciso, mas gostaria de falar mais sobre a abrangência de tais fotografias pois encerram alguma odisseia. Posso adiantar que aquela visita ao alto da Serra, já tinha sido precedida de um reconhecimento por mim efectuado comandando alguns militares nessas pesquisas, justamente para localizá-la (a sepultura), bem como possíveis trincheiras de combate das NT, para, se possível, recolher algumas relíquias nessas mesmas trincheiras para serem depositadas na base de um possível Monumento a erigir num futuro próximo – as quais, muito diminutas, se conseguiram e foram recolhidas e acauteladas para o efeito. Julgo estarem na base do actual Monumento de Mecula (-a-Nova). Anexo as minhas duas fotografias.
Rio Lugenda – singrando para montante, mais junto à margem direita.
1961/62 - Da esq.p/dta »»» Salvador, Alf.Lourenço, Cepo, mil.autóctones do Destac.
Agradecendo um simples feed-back
antcarco@gmail.com
terça-feira, 25 de março de 2014
Os Artilheiros da CCS e CART 3558
Os Artilheiros no Campo de Voleibol
Vista aérea de Mecula no período de 1972 a 1974
(Estas fotos foram uma contribuição dos Artilheiros - Jose A. Santos e António Rosa )
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Mecula vista do satélite
(Clique na foto para ampliar)
Estão actualizadas as fotos do sobre Mecula, dá para ver o crescimento da zona habitada.
(Também pode ver directamente na internet, no Google Maps pelas coordenadas do Monumento)
(Também pode ver directamente na internet, no Google Maps pelas coordenadas do Monumento)
Clique aqui e active a função satélite
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